Sumário da Primeira Jornada

Protasio & Xavier: O mundo comum é uma singela introdução ao jogador de mil fases

 

 

jogadorXavier: Documento interativo, monumento reativo
“Tanto documento como monumento, obras lidam com a farsa e portanto, com o olhar que as consome. (…) Há quem filma, há quem é filmado e tal homologia pode nos jogos eletrônicos como mídia considerar quem constrói o jogo e quem o joga.”

 

Pivotto:  Religião, intrigas e cultura em Final Fantasy Tactics
“Afinal, é um questionamento que por vezes fazemos a nós mesmos. Qual é o limite dos fatos? A partir de que ponto os eventos da história não são manipulados de modo a favorecer um determinado ideal ou uma determinada perspectiva?”

 

Campos:  Amazon: the Guardians of Eden – uma leitura relacional
“Maya: Você voltou para me salvar!
Jason: Claro que voltei. Preciso da sua ajuda.
Maya: Eu sabia! Os homens são todos uns porcos.”

 

Rezende:  Ultima Online: criando mundos, colhendo histórias
“Ao contrário dos outros jogos que quando você não está jogando seus mundos ficam em “suspenso”, a ambientação de UO é persistente. Ou seja, o mundo continua fluindo e se desenvolvendo independentemente do jogador estar conectado nele.”

 

Mendes: Gamificação do Luto
“O tempo não é universal. Nem mesmo fisicamente. Ele é relativo. Está intimamente ligado às atividades que fazemos. Pode demorar a passar ou passa rapidamente. Como lidar com essa relatividade em meu favor àquela altura?”

 

Severo: Age of Mythology: uma apresentação
“A história da campanha gira em torno da trajetória do herói Arkantos, um comandante atlante que, voltando para sua terra depois de enfrentar pequenos grupos de piratas é designado a ajudar o exército grego na guerra contra Tróia. (…). Mas nada será como Arkantos imagina e o herói descobrirá que por trás do tridente há muito mais do que meros piratas.”

 

Wardrip-Fruin: De passagem por Passage
“Eu não desejava mais me mover. Parecia errado deixá-la para trás. No entanto, eu sabia que não era mais ela e que não tinha sentido ficar parado ao lado de uma lápide imóvel. Foi uma experiência de perda e de confusão.”

 

Cardarelli Leite: Assassin’s Creed: Brotherhood – uma metalinguagem sobre controle
“Tudo isso é importante para dar a ilusão de liberdade ao jogador. É possível entrar no universo de Assassin’s Creed e explorá-lo de maneiras distintas a cada sessão de jogo, de acordo com o espontâneo interesse de cada um.”

 

Ferreira: Dialogismo em GTA: Bakhtin encontra Bellic
“Sendo assim, o jogador dá durante todo o processo da narrativa sua contribuição pessoal no andamento dela, e o momento em que há o conflito final entre esses dois polos discursivos é totalmente determinado, precisamente, pelo jogador – ou seja, nós!”

 

Francisco: Red Dead Redemption: individualismo, evolucionismo e etnocentrismo no Oeste Americano
“O Oeste Americano está entrando em contato com novas tecnologias, (…). Enquanto alguns aceitam as mudanças de forma passiva, outros, incluindo o próprio protagonista, decidem não se adaptar.”

 

Protasio: Reencarnação narrativa em The Way of the Samurai 3
“Monges budistas são vistos ocasionalmente no jogo, assim como itens como terços budistas, e uma velha senhora chega até a dizer que o personagem jogador deve ser a reencarnação de seu falecido marido.”

 

Portnow: Por que eu jogo
“Depois de quase uma hora e meia de espera, finalmente chegou a minha vez. Eu mal alcançava os controles no estande da demo, mas estava pronto para jogar. Lembro-me dos arpejos da abertura e da aparência da tela inicial. Já era diferente de tudo que eu tinha experimentado até então.”